Estava quase desistindo, quando apareceu um bendito para salvar a pátria.
Finalmente, uma monografia para revisar.
Ah, estava quase esquecendo: uma cartinha em inglês para traduzir.
É, aos poucos as coisas vão indo.
Melhor andar a passos de tartaruga que ficar parada no meio da estrada.
sábado, 17 de setembro de 2011
sábado, 3 de setembro de 2011
Hoje, vou terminar de confeccionar os cartões para distribuir na universidade. Pretendo assim, conseguir ao menos algumas monografias para revisar. E, independente do resultado de minhas investidas, vou dar uma olhada na nova gramática da língua portuguesa. Afinal, eu gosto de estudar, sempre gostei e confesso que encontro grande prazer nisso.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Apesar do susto q levei em decorrência da intensa descarga elétrica provocada pelo contato do transformador c uma árvore dias atrás, deparei-me hoje com uma cena que me entristeceu.
Os galhos de uma enorme árvore, cortados para evitar aquele tipo de acidente, estavam no chão quando saí hoje á tarde.
Nós somos os invasores, as árvores, as plantas, tudo já estava aqui antes do ser humano chegar.
E eu me pergunto: É justo?
Os galhos de uma enorme árvore, cortados para evitar aquele tipo de acidente, estavam no chão quando saí hoje á tarde.
Nós somos os invasores, as árvores, as plantas, tudo já estava aqui antes do ser humano chegar.
E eu me pergunto: É justo?
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Que susto...quase desisti de ir ao dentista ontem.
Estava na rua Piratininga, um pouco antes das seis da tarde, quando de repente, vi um clarão seguido de um estouro, uma duas e três vezes em seguida. De um branco meio azulado, veio de cima, e na hora eu não consegui entender do que se tratava. Houve um certo alvoroço, e umas mulheres, assim como eu, ficaram assustadas, até que veio a explicação. Um rapaz,saindo de uma loja próxima do local, disse que isso sempre acontece quando chove. Segundo ele, são faíscas de um transformador que tem os fios emaranhados em uma árvore.
" - Faíscas?É assim que você chama esse negócio?"argumentou um transeunte que passava ali na hora.
Quanto a mim, o coração acelerou com tudo e tive que me recompor para continuar minha caminhada.
Para arrematar, quando cheguei ao dentista, tive que passar por outro susto. Como ele estava tendo dificuldade para remover a prótese provisória em minha boca, passou a usar um procedimento um tanto assustador. Explico: ele passou a martelar a prótese, e eu comecei a sentir um pavor que me fez rezar todas as orações fortes que conheço. Que sufoco!
Estava na rua Piratininga, um pouco antes das seis da tarde, quando de repente, vi um clarão seguido de um estouro, uma duas e três vezes em seguida. De um branco meio azulado, veio de cima, e na hora eu não consegui entender do que se tratava. Houve um certo alvoroço, e umas mulheres, assim como eu, ficaram assustadas, até que veio a explicação. Um rapaz,saindo de uma loja próxima do local, disse que isso sempre acontece quando chove. Segundo ele, são faíscas de um transformador que tem os fios emaranhados em uma árvore.
" - Faíscas?É assim que você chama esse negócio?"argumentou um transeunte que passava ali na hora.
Quanto a mim, o coração acelerou com tudo e tive que me recompor para continuar minha caminhada.
Para arrematar, quando cheguei ao dentista, tive que passar por outro susto. Como ele estava tendo dificuldade para remover a prótese provisória em minha boca, passou a usar um procedimento um tanto assustador. Explico: ele passou a martelar a prótese, e eu comecei a sentir um pavor que me fez rezar todas as orações fortes que conheço. Que sufoco!
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Que pena, a língua portuguesa é até bonita e eu já estava começando a simpatizar com a idéia de dar aulas dessa matéria. Fiz concurso, passei, mas perdi a vaga devido a concorrência dos portadores de pós-graduação e/ou mestrado e dos afro-descendentes.
Embora não me desinteresse completamente pela minha língua natal, agora vou me dedicar mesmo é à língua inglesa. Entre outras vantagens, é mais estável, não está sujeita a sofrer modificações absurdas devido a interferência de políticos.
Além do mais, por uma questão de coerência, isso é mais compatível com meu histórico escolar. Pois, interessada que sou por literatura, minhas notas mais mais altas na faculdade foram obtidas na disciplina Literatura Inglesa. Esporadicamente, posso trabalhar com revisão de textos.
Embora não me desinteresse completamente pela minha língua natal, agora vou me dedicar mesmo é à língua inglesa. Entre outras vantagens, é mais estável, não está sujeita a sofrer modificações absurdas devido a interferência de políticos.
Além do mais, por uma questão de coerência, isso é mais compatível com meu histórico escolar. Pois, interessada que sou por literatura, minhas notas mais mais altas na faculdade foram obtidas na disciplina Literatura Inglesa. Esporadicamente, posso trabalhar com revisão de textos.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Há muito tempo não consigo escrever poemas, só algum haicai de vez em quando, e olhe lá.
Não é falta de inspiração não. É falta de espaço mesmo.
Esses dias eu comecei a escrever no corredor do apartamento, até que alguém se levantou de madrugada e ao me ver ali no chão pensou que eu tivesse tido um mal súbito e caído.
Na sacada eu não gosto de ficar, pois tenho medo de altura e me sinto mal. Na sala sempre tem alguém, então só me restou o corredor.
Preciso de espaço, espaço, muito espaço....Mas daqui a alguns dias, se Deus quiser, eu terei lugar de sobra tanto para escrever como para pintar e fazer artesanato.
Quem sabe até, volte a poder ter animais?
É bom demais pra acreditar.
Não é falta de inspiração não. É falta de espaço mesmo.
Esses dias eu comecei a escrever no corredor do apartamento, até que alguém se levantou de madrugada e ao me ver ali no chão pensou que eu tivesse tido um mal súbito e caído.
Na sacada eu não gosto de ficar, pois tenho medo de altura e me sinto mal. Na sala sempre tem alguém, então só me restou o corredor.
Preciso de espaço, espaço, muito espaço....Mas daqui a alguns dias, se Deus quiser, eu terei lugar de sobra tanto para escrever como para pintar e fazer artesanato.
Quem sabe até, volte a poder ter animais?
É bom demais pra acreditar.
sábado, 26 de março de 2011
Houve duas épocas em que o romantismo foi um sentimento exacerbado.
Primeiro, no século XIX, quando viveu-se a escola literária que tinha o nome homônimo desse sentimento. As pessoas idealizavam o amor a tal ponto que chegava às raias da insanidade. Não havia saída para quem era acometido por uma paixão, ou levava à loucura ou ao suicídio. Ou simplesmente os infelizes portadores desse mal definhavam e esvaíam suas forças vitais até alcançarem a morte. Isso era o que se chamava de "spleen".
Muito louco, mesmo.
Mais recentemente, no século XX, uma outra modalidade de sentimento romântico acometeu a humanidade.
Foi o movimento hippie, em que se acreditava que tudo poderia ser modificado em nome da filosofia de vida baseada em paz e amor.
Curiosamente, o primeiro era empunhado pela classe burguesa, enquanto o segundo atacava essa classe social.
Enfim, trocando em miúdos, o ser humano não sabe direito o que quer.
É muito cinismo negar a importância do dinheiro, da mesma forma que é doentio viver em função dele. Mas como sensatez não é uma característica própria dos seres humanos, o que se vê é uma desorganização total.
Dinheiro, existe muito. Gente, existe demais. Vontade política de resolver os problemas sociais, nenhuma.
Continua o mesmo blá-blá-blá de sempre; G8, G20, só muda o nome.
Vai tudo como dantes no quartel de Abrantes.
O poder é o tóxico mais poderoso, mais prejudicial e mais enlouquecedor de todos.
Atualmente, vive-se uma onda de ecologia política, ou política ecológica, como queiram.
Não precisava ter chegado ao ponto em que se chegou de agressão à natureza, para ocorrer a mobilização que se vê hoje em dia. Mas não quero parecer pessimista (e não sou), acho que ainda dá tempo de minimizar os efeitos das agressões feitas ao planeta.
Primeiro, no século XIX, quando viveu-se a escola literária que tinha o nome homônimo desse sentimento. As pessoas idealizavam o amor a tal ponto que chegava às raias da insanidade. Não havia saída para quem era acometido por uma paixão, ou levava à loucura ou ao suicídio. Ou simplesmente os infelizes portadores desse mal definhavam e esvaíam suas forças vitais até alcançarem a morte. Isso era o que se chamava de "spleen".
Muito louco, mesmo.
Mais recentemente, no século XX, uma outra modalidade de sentimento romântico acometeu a humanidade.
Foi o movimento hippie, em que se acreditava que tudo poderia ser modificado em nome da filosofia de vida baseada em paz e amor.
Curiosamente, o primeiro era empunhado pela classe burguesa, enquanto o segundo atacava essa classe social.
Enfim, trocando em miúdos, o ser humano não sabe direito o que quer.
É muito cinismo negar a importância do dinheiro, da mesma forma que é doentio viver em função dele. Mas como sensatez não é uma característica própria dos seres humanos, o que se vê é uma desorganização total.
Dinheiro, existe muito. Gente, existe demais. Vontade política de resolver os problemas sociais, nenhuma.
Continua o mesmo blá-blá-blá de sempre; G8, G20, só muda o nome.
Vai tudo como dantes no quartel de Abrantes.
O poder é o tóxico mais poderoso, mais prejudicial e mais enlouquecedor de todos.
Atualmente, vive-se uma onda de ecologia política, ou política ecológica, como queiram.
Não precisava ter chegado ao ponto em que se chegou de agressão à natureza, para ocorrer a mobilização que se vê hoje em dia. Mas não quero parecer pessimista (e não sou), acho que ainda dá tempo de minimizar os efeitos das agressões feitas ao planeta.
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Os animais continiam dando de mil a zero nos seres humanos.
Mas tem um detalhe: só gosto de mamíferos, e de preferência dóceis.
Sou a favor da extinção de leões, tubarões, jacarés, etc, etc.
A imagem do leão é muito antipática, é impossível não relacioná-los à matança de cristãos no coliseu para divertir a população débil mental eos imperadores loucos de roma.
Mais recentemente, eles estão associados ao imposto de renda. Esse troço nojento que o governo usa para intimidar os infelizes cidadãos desse país ridículo.
Claro que é impossível, mas eu ficaria muito feliz em saber que esses seres estivessem em extinção.
Tubarão não esse eu não gosto de jeito nenhum, nem como fonte de cálcio, prefiro salmão que pelo menos é bonito e gostoso.
Quanto aos jacarés, só aprecio quando estão sob forma de bolsa ou sapato.
Já de ursos eu gosto. (Desde que não me abracem!)
Mas tem um detalhe: só gosto de mamíferos, e de preferência dóceis.
Sou a favor da extinção de leões, tubarões, jacarés, etc, etc.
A imagem do leão é muito antipática, é impossível não relacioná-los à matança de cristãos no coliseu para divertir a população débil mental eos imperadores loucos de roma.
Mais recentemente, eles estão associados ao imposto de renda. Esse troço nojento que o governo usa para intimidar os infelizes cidadãos desse país ridículo.
Claro que é impossível, mas eu ficaria muito feliz em saber que esses seres estivessem em extinção.
Tubarão não esse eu não gosto de jeito nenhum, nem como fonte de cálcio, prefiro salmão que pelo menos é bonito e gostoso.
Quanto aos jacarés, só aprecio quando estão sob forma de bolsa ou sapato.
Já de ursos eu gosto. (Desde que não me abracem!)
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